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“Professores não podem ter menos que a inflação”, diz Camilo Santana sobre piso salarial de 2026

Em entrevista, o ministro comentou um dos temas mais aguardados pelos profissionais da educação: o reajuste do piso salarial nacional dos professores para 2026. Embora não tenha divulgado o percentual de correção, Camilo Santana afirmou que a reposição da inflação já está garantida, reforçando o compromisso do governo federal com a valorização do magistério.

“Vamos aguardar o percentual de correção que vai sair agora em dezembro, para que possamos saber qual a decisão que vamos tomar. O importante é que os professores não podem ter menos que a inflação”, declarou o ministro.

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Governo federal acompanha pagamento do piso por estados e municípios

Durante a entrevista, Camilo Santana destacou que o Ministério da Educação (MEC) tem atuado de forma permanente para assegurar que o piso salarial nacional do magistério seja cumprido em todo o país. Segundo ele, há uma preocupação concreta com a sustentabilidade financeira dos entes federativos, especialmente estados e municípios, responsáveis diretos pelo pagamento dos salários dos professores da educação básica.

“O governo federal tem feito um grupo de trabalho com representantes dos professores, municípios e estados, para discutir sustentabilidade e garantir o pagamento efetivo do piso”, explicou.

O ministro reconheceu que o tema ainda enfrenta entraves jurídicos e administrativos. De acordo com Camilo Santana, existem diversas ações judiciais em andamento no Brasil envolvendo redes de ensino que não cumprem integralmente o piso salarial nacional, mesmo após os reajustes anuais definidos por lei.

Piso salarial é pauta permanente da educação nacional

A fala do ministro reforça que o piso salarial dos professores segue como uma pauta permanente dentro do governo federal. A garantia de que o reajuste de 2026 não ficará abaixo da inflação é vista por entidades educacionais como um sinal importante de compromisso com a manutenção do poder de compra dos docentes, em um cenário de pressão inflacionária e desafios orçamentários.

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O anúncio oficial do percentual de reajuste deve ocorrer em dezembro, conforme o calendário tradicional, e terá impacto direto sobre os salários de professores das redes públicas de todo o país.

O vídeo completo da entrevista concedida pelo ministro Camilo Santana está disponível no YouTube:

Camilo Santana confirma que reajuste do piso do magistério respeitará a inflação

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4 comentários em ““Professores não podem ter menos que a inflação”, diz Camilo Santana sobre piso salarial de 2026”

  1. O governo Federal não tem acompanhado como deveria, inclusive, nem mesmo o pagamento do piso deveria ser como prevê bom senso e a lei, como é o caso da Bahia desgovernada pelo Petista que não só no âmbito da educação deixa a desejar, mas sobretudo no questão da segurança pública!!! Trágico o que ocorreu em Salvador essa semana com os três trabalhadores da empresa de telefonia!!Mas é isso, quem tem que mudar a é a população e não reeleger políticos que não cumprem seu papel!!!

  2. Exato, mas o PT tem feito muito mais pela Educação do que o governo passado fez congelou os avanços, promoções nas carreiras públicas, isto é um resquício da administração da Direita, que inclusive tentou colocar um Ministro da Educação com currículo falso.

    1. Como? Tu não sabe contar?
      O Governo anterior deu 34% de aumento no piso, de uma só vez. Foi mais do que o governo atual deu nos últimos 3 anos.
      Cada coisa que a pessoa ler!

  3. O governo passado deu 33% pq ficamos um ano sem receber reajuste. Divida 33% por dois pra ver o aumento real. Fora os 2 anos que foram tirados da gente pra contagem de tempo de serviço, durante a pandemia.

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